Depois de muito tempo de espera, a tão aguardada continuação
de "Pétalas" é finalmente lançada.
A Saga Buquê: Espinhos
Crítica por Conrado Ferreira
Depois de muito, muito, muito tempo, finalmente é lançado a continuação da tão aclamada Saga Buquê. Já em uma terceira parte, o episódio com nome de Espinhos veio ao ar e as expectativas ao redor do lançamento eram grandes. Responsável por ser uma das principais produções que fez o gênero do suspense ficar popular, Princessy (ou Maximier) entrega o produto final, que é tudo e muito mais do que esperávamos.
O diretor não poupou esforços para esta parte. Temos cenários lindíssimos assim como nas outras partes, com uma paleta de cores riquíssima o que deixa tudo sempre mais bonito. Em contraste com os pixel arts e os figurinos melhores ainda, podemos dizer que com certeza Espinhos foi um dos melhores trabalho do diretor, que a cada continuação, se supera mais e mais. Com certeza, Espinhos é uma das produções com a melhor direção de fotografia da história do cinema habbo.
Quanto a trilha sonora, ela se adequa bem a maioria das cenas, fazendo um bom contraste com o ambiente, o que causa um efeito sensacional. Vemos novamente o uso do rock mais pesado, mas desta vez em uma harmonia com algumas músicas mais calmas e melancólicas, o que a certo ponto ficou bem interessante. As vezes temos um pouco de exagero, mas nada que possa atrapalhar muito.
Passando ao roteiro, podemos dizer que o diretor continua sensacional. Vemos novamente que Princessy consegue manipular muito bem cada personagem, e como cada um tem um conflito pessoal que é muito bem retratado pelo diretor, temos uma sincronização perfeita, e podemos perceber claramente a personalidade de cada personagem, o que o diretor faz muito bem.
Um detalhe importante é que você precisa muita atenção para entender a trama por completo. Todos os detalhes são fundamentais para um total entendimento. Se você não prestar bastante atenção, possivelmente você irá perder alguma coisa e ficará meio que sem entender o que aconteceu. Uma coisa que ficou um pouco ruim, devido a o filme estar corrido de mais, com algumas transições muito bruscas. É simplesmente o mesmo erro que o diretor cometeu na parte anterior. O diretor quis fazer tudo corrido, e as vezes fica difícil de entender algumas coisas.
Vingança e ódio é o sentimento que move Linda a se vingar de todos aqueles que a fizeram algum mal. Tanto seu ex-namorado Jake que é morto pelas suas mãos, quanto a de sua mãe Pilar. Talvez seja isso que torne a trama tão interessante. Maxi consegue fazer com que a busca de Linda por vingança não seja clichê quanto estamos acostumados a ver. O diretor consegue fazer isso de uma forma brilhante, e que as mortes sejam interessantes e bem trabalhadas. Incrível.
Maximier se superou novamente, assim como já esperávamos. Espinhos fez com que toda a espera que tivemos de passar para o lançamento de sua continuação valesse a pena. Pixel arts, cenários, trilha sonora, tudo convive em perfeita harmonia. Agora, é esperar para ver qual o futuro da saga, devido a Folha de Pixel ter se desmembrado. Se haverá uma continuação, só o tempo nos dirá.
Um detalhe importante é que você precisa muita atenção para entender a trama por completo. Todos os detalhes são fundamentais para um total entendimento. Se você não prestar bastante atenção, possivelmente você irá perder alguma coisa e ficará meio que sem entender o que aconteceu. Uma coisa que ficou um pouco ruim, devido a o filme estar corrido de mais, com algumas transições muito bruscas. É simplesmente o mesmo erro que o diretor cometeu na parte anterior. O diretor quis fazer tudo corrido, e as vezes fica difícil de entender algumas coisas.
Vingança e ódio é o sentimento que move Linda a se vingar de todos aqueles que a fizeram algum mal. Tanto seu ex-namorado Jake que é morto pelas suas mãos, quanto a de sua mãe Pilar. Talvez seja isso que torne a trama tão interessante. Maxi consegue fazer com que a busca de Linda por vingança não seja clichê quanto estamos acostumados a ver. O diretor consegue fazer isso de uma forma brilhante, e que as mortes sejam interessantes e bem trabalhadas. Incrível.
Maximier se superou novamente, assim como já esperávamos. Espinhos fez com que toda a espera que tivemos de passar para o lançamento de sua continuação valesse a pena. Pixel arts, cenários, trilha sonora, tudo convive em perfeita harmonia. Agora, é esperar para ver qual o futuro da saga, devido a Folha de Pixel ter se desmembrado. Se haverá uma continuação, só o tempo nos dirá.
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